Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O imaginário em as crônicas de nárnia

Um universo fascinante. Uma mente brilhante.

É impossível assistir a boa parte das cenas da superprodução O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, lançado nos cinemas do mundo todo em 2005, sem se impressionar com os personagens fantásticos, os efeitos especiais e as imagens maravilhosas geradas por computador. Mas existe algo mais nessa grande aventura, especialmente para o público cristão: um desafio intelectual e espiritual que “O imaginário em As crônicas de Nárnia”, de Glauco Barreira Magalhães Filho, ajuda a desvendar.

Nascido em Belfast, em 1898, C.S. Lewis passou boa parte da infância na biblioteca de sua casa, pródiga em livros de aventura. Adolescente, foi estudar em Londres e teve acesso à alta literatura européia e oriental. Em Oxford, formou-se com louvor em Literatura Inglesa, Grega e Latina, Filosofia e História Antiga. Seu retorno à fé protestante, em 1929, despertou de vez o talento do escritor e influenciou parte considerável de seus escritos.

Fascinado por mitologias, tal como o amigo de academia, também cristão, J.R.R. Tolkien (autor da trilogia O senhor dos anéis), Lewis quebrou os últimos grilhões da imaginação ao criar o universo metafórico de Nárnia, na década de 1950. Feiticeiras, ogros, crianças, animais falantes, Lewis lançou mão de elementos que se vê com freqüência nos livros de fábulas, mas agora para falar dos valores cristãos. Ele sabia do papel fundamental no imaginário para a compreensão daquilo que não podemos apreender apenas pela razão.

E é isso o que Glauco Filho nos mostra: a imaginação nos ajuda a compreender a obra sobrenatural — mágica, fantástica — que Deus está fazendo na História.

A originalidade do pensamento de C. S. Lewis, o incomparável progresso de sua lógica e a criatividade de suas idéias são como um banquete para famintos.
Russell Shedd

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A biblioteca de C. S. Lewis

QUANTOS ESCRITORES CABEM NUM LIVRO DE C. S. LEWIS?
Durante as décadas de 1970 e 1980, a relevância de C. S. Lewis como pensador perdeu um pouco de sua robustez. Essa tendência pode ser, em parte, creditada à apologia que ele fazia ao cristianismo, malvista pelos acadêmicos avessos à subjetividade da fé. Entretanto, a redescoberta recente do escritor e o recrudescimento da força de sua obra permitiram a muitos estudiosos conhecer melhor o arcabouço de sua literatura e do conjunto de suas idéias.

G. K. Chesterton , George MacDonald, Shakespeare, Agostinho, Samuel Johnson, Edmund Spencer, Aristóteles e John Milton são alguns dos nomes que influenciaram Lewis, tornando-se não apenas objeto de sua admiração, como também de suas pesquisas e de seus exercícios dialéticos. A biblioteca de C. S. Lewis é o resultado do esforço de James Stuart Bell e Anthony Palmer Dawson em compilar todas essas influências e elucidar o papel de cada autor na obra singular do escritor britânico. Revelador e elucidativo, o livro recompõe o mosaico sobre o qual Lewis lançou os fundamentos de sua filosofia, e mesmo de sua fé.

“A originalidade de seu pensamento, o incomparável progresso de sua lógica e a criatividade de suas idéias são como um banquete para famintos.”
Russell Shedd

Sobre os autores

James Stuart Bell foi editor executivo da Moody Press, diretor da área de publicações religiosas da Doubleday, diretor executivo da Bridge Publishing e gerente do Centro de Pesquisas da Religião de Princeton. Bacharel em Artes pela faculdade Holy Cross e mestre pela Universidade de Dublin, na Irlanda, é autor de seis livros. Atualmente dirige a Whitestone Communications.

Anthony Palmer Dawson presta assistência técnica e editorial à Seven: an Anglo-American Literary Review, publicada pelo Marion E. Wade Center da Faculdade Wheaton, em Illinois (EUA). É bacharel em Ciências pela Universidade Olivet Nazarene e mestre pela Faculdade Wheaton, onde atua como diretor associado dos Serviços de Computação.